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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Amigo,

Ninguém é tão forte, que nunca tenha
chorado.
Ninguém é tão fraco, que nunca tenha
vencido
Ninguém é tão inútil, que nunca tenha
contribuído.
Ninguém é tão sábio, que nunca tenha
errado
Ninguém é tão corajoso, que nunca
tenha medo
Ninguém é tão medroso, que nunca
tenha coragem

Ninguém é tão ninguém, que nunca
precise de alguém,
como eu preciso de você.

Por anônimo n° 1496, nas suas andanças de ônibus. 

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Pense, fale, compre, beba
Leia, vote, não se esqueça
Use, seja, ouça, diga...
Não senhor, Sim senhor

sábado, 15 de dezembro de 2012

Demonstre Amor Falso
 e você terá sexo.

Demonstre Amor Verdadeiro
e você terá amigas.

Mas há uma coisa que não podemos negar, mulher ou homem, Dinheiro é um ótimo imã para "produtos chineses".

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

1# Dos Lixões da Internet

"Senti algo diferente no ar.
Um presságio de algo que estava por vir.
Algo pesado, perigoso, letal.

Mas nada disso iria me amedrontar
Antes mesmo que eu pudesse dizer isto em voz alta...
Eu fui atacado.

Algo me acertou pelas costas.
Quando dei por mim, estava caído no chão.
Uma dor indescritível.
Era pior do que eu jamais poderia imaginar, anões. (>?????????<)
Lá estava, de pé na minha frente, meu pior pesadelo.
Assim que recobrei os sentidos, me levantei em um salto

Parei em frente ao meu desafiante.
Uma única escolha me restava.
Tomei coragem e parti para o ataque.
Assim foi o dia em que eu perdi  minha vida.

> Quer saber quem me matou? (>continua.... mas não<) Leia apenas a primeira letra de cada frase e saberá..."

Por Anônimo n°10004909

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Forquilha do Destino

Sob os tetos debaixo dos chãos
Existe apenas um vão
donde vós tentais encontrar o vosso pão

E de suas mães
tetas tilintitam tortuantes
pelo o que em pó já nem dão vazão

Por pró-revolução
Mataram Maria, Martiría

Mas no lugar de Jesus, impuseram João
Corrupção?

Desce da Cruz então
Pedro, da salvação
Pois dos tijolos
Hoje só se fazem os Guetos

Mas Obstante, sem se quer lema
Gestantes encontrariam seus problemas

Em novos tempos de pedras prisioneiras
Atiçavam-se às suas filhas
Formavam-se as pedreiras

Um após uma
Degráis e de graus
formava-se o mundo
comprimido e incubado
como um Gigantesco
Muro inacabado

Sob os tetos debaixo dos chãos

O meu maior equívoco
foi achar que algum dia
eu iria falar
por aquilo que acreditava

Meu erro
Meu ego
Meu lamento

Minha língua subjugada ao seu céu
Limitandu-se a gaguejar
lírias e odisséias
De amores que tão pouco me aconteceram

E a gente passando cada vez mais fome
de vida, de sede e de tempo
Vendo na plena apatia  dos jornais
A terra sendo reduzida à veios
traições em estupro por nossos intelectuais
Nossa Corrupção, e os nossos herois

Disso não voz falo
Patria amada de idolatrina
Nem se quer a mim mesmo
Alienando-me junto ao meu veículo

Oras senhores
Pessoas
Amigos
A vida é uma droga
e uma das mais viciantes

Mas fomos nós que a tornamos assim
Já não é o suficiente para um basta?

Ou um basta já não é o bastante?


sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

caixa

Eu tenho um sonho
Guardado no meu bolso
Ele é simples
Um tanto velho,
Mas ainda inteiriço

Dos tantos outros
Só esse ainda acho de vez em quando

Mas hoje ele tanto me pesa
Que pudesse eu
Faria-o voar da palma de minha mão
Como um barco de papel
escorrega leitosamente
voando sem se quer remar

Com o tempo todos eles Morrem
Sonhos não podem ser apenas sonhos
Se não, já no dia seguinte
Eles acabam

Em poucas horas
Tudo não passaria de uma breve madrugada

Mas se fosse real,
Esse que agora se enrosca no meu peito,
Saberia que não esquecê-lo-ia
Em uma manhã seguinte

Pois que uma vida de sonhos
Guardados em leito
Não passa de um sangue, sem vinho
Ou de ouro, sem mel


quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Na terra de amores 
não possuo mais dores. 
O que vale mais, sentir ou ser?

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

De rotas

Por quê porcarias
São o que escapam por meus dedos
E as linhas só se fazem tortas?

E os círculos saem deformados
os olhos não enxergam?
A boca não fala?
e a frustração me cavalga?

falo muitas coisas
Mas não há o que ser visto ou ouvido

Como um teatro de gente pequena
Vivendo uma fase de rotas
Sem pontos de fugas
Ou orquídeas

O Éter

Olá nova alvorada
Aqui então me entrego
Rendo-me de todos meus crimes
Asilando-me na plenitude que  aguarda

Posso ver o horizonte avançar
Rumo ao seu eterno abraço final
E as ondas, quebrando-se contra as rochas
do meu corpo

Já não há mais o que lutar
Nem afago, nem ternura
Um ócio vago e oco

Eternizando
o Fim