Demonstre Amor Falso
e você terá sexo.
Demonstre Amor Verdadeiro
e você terá amigas.
Mas há uma coisa que não podemos negar, mulher ou homem, Dinheiro é um ótimo imã para "produtos chineses".
sábado, 15 de dezembro de 2012
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
1# Dos Lixões da Internet
"Senti algo diferente no ar.
Um presságio de algo que estava por vir.
Algo pesado, perigoso, letal.
Mas nada disso iria me amedrontar
Antes mesmo que eu pudesse dizer isto em voz alta...
Eu fui atacado.
Algo me acertou pelas costas.
Quando dei por mim, estava caído no chão.
Uma dor indescritível.
Era pior do que eu jamais poderia imaginar, anões. (>?????????<)
Lá estava, de pé na minha frente, meu pior pesadelo.
Assim que recobrei os sentidos, me levantei em um salto
Parei em frente ao meu desafiante.
Uma única escolha me restava.
Tomei coragem e parti para o ataque.
Assim foi o dia em que eu perdi minha vida.
> Quer saber quem me matou? (>continua.... mas não<) Leia apenas a primeira letra de cada frase e saberá..."
Por Anônimo n°10004909
Um presságio de algo que estava por vir.
Algo pesado, perigoso, letal.
Mas nada disso iria me amedrontar
Antes mesmo que eu pudesse dizer isto em voz alta...
Eu fui atacado.
Algo me acertou pelas costas.
Quando dei por mim, estava caído no chão.
Uma dor indescritível.
Era pior do que eu jamais poderia imaginar, anões. (>?????????<)
Lá estava, de pé na minha frente, meu pior pesadelo.
Assim que recobrei os sentidos, me levantei em um salto
Parei em frente ao meu desafiante.
Uma única escolha me restava.
Tomei coragem e parti para o ataque.
Assim foi o dia em que eu perdi minha vida.
> Quer saber quem me matou? (>continua.... mas não<) Leia apenas a primeira letra de cada frase e saberá..."
Por Anônimo n°10004909
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Forquilha do Destino
Sob os tetos debaixo dos chãos
Existe apenas um vão
donde vós tentais encontrar o vosso pão
E de suas mães
tetas tilintitam tortuantes
pelo o que em pó já nem dão vazão
Por pró-revolução
Mataram Maria, Martiría
Mas no lugar de Jesus, impuseram João
Corrupção?
Desce da Cruz então
Pedro, da salvação
Pois dos tijolos
Hoje só se fazem os Guetos
Mas Obstante, sem se quer lema
Gestantes encontrariam seus problemas
Em novos tempos de pedras prisioneiras
Atiçavam-se às suas filhas
Formavam-se as pedreiras
Um após uma
Degráis e de graus
formava-se o mundo
comprimido e incubado
como um Gigantesco
Muro inacabado
Existe apenas um vão
donde vós tentais encontrar o vosso pão
E de suas mães
tetas tilintitam tortuantes
pelo o que em pó já nem dão vazão
Por pró-revolução
Mataram Maria, Martiría
Mas no lugar de Jesus, impuseram João
Corrupção?
Desce da Cruz então
Pedro, da salvação
Pois dos tijolos
Hoje só se fazem os Guetos
Mas Obstante, sem se quer lema
Gestantes encontrariam seus problemas
Em novos tempos de pedras prisioneiras
Atiçavam-se às suas filhas
Formavam-se as pedreiras
Um após uma
Degráis e de graus
formava-se o mundo
comprimido e incubado
como um Gigantesco
Muro inacabado
Sob os tetos debaixo dos chãos
O meu maior equívoco
foi achar que algum dia
eu iria falar
por aquilo que acreditava
Meu erro
Meu ego
Meu lamento
Minha língua subjugada ao seu céu
Limitandu-se a gaguejar
lírias e odisséias
De amores que tão pouco me aconteceram
E a gente passando cada vez mais fome
de vida, de sede e de tempo
Vendo na plena apatia dos jornais
A terra sendo reduzida à veios
traições em estupro por nossos intelectuais
Nossa Corrupção, e os nossos herois
Disso não voz falo
Patria amada de idolatrina
Nem se quer a mim mesmo
Alienando-me junto ao meu veículo
Oras senhores
Pessoas
Amigos
A vida é uma droga
e uma das mais viciantes
Mas fomos nós que a tornamos assim
Já não é o suficiente para um basta?
Ou um basta já não é o bastante?
foi achar que algum dia
eu iria falar
por aquilo que acreditava
Meu erro
Meu ego
Meu lamento
Minha língua subjugada ao seu céu
Limitandu-se a gaguejar
lírias e odisséias
De amores que tão pouco me aconteceram
E a gente passando cada vez mais fome
de vida, de sede e de tempo
Vendo na plena apatia dos jornais
A terra sendo reduzida à veios
traições em estupro por nossos intelectuais
Nossa Corrupção, e os nossos herois
Disso não voz falo
Patria amada de idolatrina
Nem se quer a mim mesmo
Alienando-me junto ao meu veículo
Oras senhores
Pessoas
Amigos
A vida é uma droga
e uma das mais viciantes
Mas fomos nós que a tornamos assim
Já não é o suficiente para um basta?
Ou um basta já não é o bastante?
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
caixa
Eu tenho um sonho
Guardado no meu bolso
Ele é simples
Um tanto velho,
Mas ainda inteiriço
Dos tantos outros
Só esse ainda acho de vez em quando
Mas hoje ele tanto me pesa
Que pudesse eu
Faria-o voar da palma de minha mão
Como um barco de papel
escorrega leitosamente
voando sem se quer remar
Com o tempo todos eles Morrem
Sonhos não podem ser apenas sonhos
Se não, já no dia seguinte
Eles acabam
Em poucas horas
Tudo não passaria de uma breve madrugada
Mas se fosse real,
Esse que agora se enrosca no meu peito,
Saberia que não esquecê-lo-ia
Em uma manhã seguinte
Pois que uma vida de sonhos
Guardados em leito
Não passa de um sangue, sem vinho
Ou de ouro, sem mel
Guardado no meu bolso
Ele é simples
Um tanto velho,
Mas ainda inteiriço
Dos tantos outros
Só esse ainda acho de vez em quando
Mas hoje ele tanto me pesa
Que pudesse eu
Faria-o voar da palma de minha mão
Como um barco de papel
escorrega leitosamente
voando sem se quer remar
Com o tempo todos eles Morrem
Sonhos não podem ser apenas sonhos
Se não, já no dia seguinte
Eles acabam
Em poucas horas
Tudo não passaria de uma breve madrugada
Mas se fosse real,
Esse que agora se enrosca no meu peito,
Saberia que não esquecê-lo-ia
Em uma manhã seguinte
Pois que uma vida de sonhos
Guardados em leito
Não passa de um sangue, sem vinho
Ou de ouro, sem mel
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
De rotas
Por quê porcarias
São o que escapam por meus dedos
E as linhas só se fazem tortas?
E os círculos saem deformados
os olhos não enxergam?
A boca não fala?
e a frustração me cavalga?
falo muitas coisas
Mas não há o que ser visto ou ouvido
Como um teatro de gente pequena
Vivendo uma fase de rotas
Sem pontos de fugas
Ou orquídeas
São o que escapam por meus dedos
E as linhas só se fazem tortas?
E os círculos saem deformados
os olhos não enxergam?
A boca não fala?
e a frustração me cavalga?
falo muitas coisas
Mas não há o que ser visto ou ouvido
Como um teatro de gente pequena
Vivendo uma fase de rotas
Sem pontos de fugas
Ou orquídeas
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