Tudo se tornou claro
E claro se vez a dúvida
O óbvio é a escolha
Que não sei escolher
A questão parece ser a mais simples
Mas para mim, não
Eu quero saber se vou amar, ou me entregar a razão
A questão são as escolhas
Mas o questionamento é se há um abismo no caminho que posso escolher
Como dar um passo com os olhos vendados sem saber o que há abaixo de você?
Por isso parado estou.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Luzes da noite
Deitado no sofá
Olhando sombras pela janela
Trazidas pelas luzes da noite
Lá estava eu
Vendo a beleza no escuro,
Olhando para o vazio
E vendo cheio
E ao meu lado havia um quadro
Lá havia um sol se pondo
Descendo lentamente
Para dentro do mar, e o infinito.
Sim, eu estava no escuro
E não tinha mais medo
Pois para mim tudo virou poesia
És melodia e dança
És a arte que assisto.
Olhando sombras pela janela
Trazidas pelas luzes da noite
Lá estava eu
Vendo a beleza no escuro,
Olhando para o vazio
E vendo cheio
E ao meu lado havia um quadro
Lá havia um sol se pondo
Descendo lentamente
Para dentro do mar, e o infinito.
Sim, eu estava no escuro
E não tinha mais medo
Pois para mim tudo virou poesia
És melodia e dança
És a arte que assisto.
sábado, 24 de julho de 2010
Meu quadro negro
Olhava eu pro quadro negro
Com o giz percorrendo os escombros
Desenhando petalas negras
Surgindo embaixo de meus pés
Olhava eu pro escuro do mundo
Tentando ver o que não via
Enxerguei algo, mas não reconhecia
Um perfil, uma sombra, um relfexo
Por apenas um lapejo e logo tudo sumira
E se fechar os olhos posso me ver caindo na escuridão
Caindo e subindo,
Para sempre, ao infinito!
Então olhava eu
Do outro lado da janela...
Com o giz percorrendo os escombros
Desenhando petalas negras
Surgindo embaixo de meus pés
Olhava eu pro escuro do mundo
Tentando ver o que não via
Enxerguei algo, mas não reconhecia
Um perfil, uma sombra, um relfexo
Por apenas um lapejo e logo tudo sumira
E se fechar os olhos posso me ver caindo na escuridão
Caindo e subindo,
Para sempre, ao infinito!
Então olhava eu
Do outro lado da janela...
Preso
Via a chuva caindo pela janela
Cada gota, um suspiro
As lembranças sendo revividas
Uma por uma,
Como ondas esbravejando-se em penhascos
Lá estava eu, embaixo de um cobertor de melancolia
Sofrendo o pior da dor, talvez
A dúvida.
Eu estou preso nessa
Não sei o que tenho que fazer e nem como fazer
Porém o tempo continua
E a cada dia eu estou mais velho
Cada vez mais perto
Da angustiante, morte
24/07/10
11:21
Cada gota, um suspiro
As lembranças sendo revividas
Uma por uma,
Como ondas esbravejando-se em penhascos
Lá estava eu, embaixo de um cobertor de melancolia
Sofrendo o pior da dor, talvez
A dúvida.
Eu estou preso nessa
Não sei o que tenho que fazer e nem como fazer
Porém o tempo continua
E a cada dia eu estou mais velho
Cada vez mais perto
Da angustiante, morte
24/07/10
11:21
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Chega de etiquetas
Não sou atração de circo
Um cachorrinho que faz malabarismo
Um caderninho contando confissões de gente barata
Não me julgue
Não me pergunte o que quis dizer
Não ironize o que não sabe
Chega de etiquetas
Chega de etiquetas
Isso não é pra vocês
Não
É pra os que sonham
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Expressão
domingo, 27 de junho de 2010
Códigos em sépia
Neblina escura da madrugada,
Anjos caídos que do pó retornarão,
São melodias que não saem de minha cabeça
Está em mim, mas ainda não sou eu
Apenas uma busca infundada para encontrar a ilha
A ilha que fica no céu e tem o Arco de Íris
Sonhos, canções, todos são lirismo
Na pedra se escreve mensagens, no céu as esperanças
No mar, o desejo de retornar
A forma que um dia foi
Alguem que não sabe o que foi
Mas lembra das asas do Condor
Meu alimento é sinfonia, minha esperança, as letras?
Não deve ser possível classificar
Os pássaros ainda estão fora das gaiolas
E os anjos tornam a voar, de volta ao castelo voador
"A batalha está acabada
Mas a guerra continua enfurecida"
Anjos caídos que do pó retornarão,
São melodias que não saem de minha cabeça
Está em mim, mas ainda não sou eu
Apenas uma busca infundada para encontrar a ilha
A ilha que fica no céu e tem o Arco de Íris
Sonhos, canções, todos são lirismo
Na pedra se escreve mensagens, no céu as esperanças
No mar, o desejo de retornar
A forma que um dia foi
Alguem que não sabe o que foi
Mas lembra das asas do Condor
Meu alimento é sinfonia, minha esperança, as letras?
Não deve ser possível classificar
Os pássaros ainda estão fora das gaiolas
E os anjos tornam a voar, de volta ao castelo voador
"A batalha está acabada
Mas a guerra continua enfurecida"
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