O tempo passava
e muitas das coisas que existiram
agora eram carregadas pela areia do inconstante
E a todo momento
mais um grão escorria
pela grande ampulheta que existe por trás da vida
tão velho quando o próprio tempo
E no final nada restava
apenas uma ilusão,
como uma miragem,
estendida num vasto deserto
que sobrou de uma vida superficial.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Toque
Tudo que ele trazia com sigo era uma foto desbotada, carregada de frio e lágrima, de um passado nostálgico que o perseguia. Tentava lembrar, ou esquecer, como as coisas começaram a se destruir, mas enfim, quem se lembra do primeiro que a pedra atirou? No final só nos resta pedaços com gosto amargo de um ''nada mais importa'' em uma noite de verão que jamais existiu.
Lembrar-de
Mero vazio
O que há de se dizer
Quando parecer tudo saber ao que olha?
Tintas caem em uma tela
Gotas, pálidas, frias e distantes
Tendo tudo
Em um breve olhar
Entre as frestas de uma janela
Suavidade de uma pluma,
Como um cobertor envolvente
A água se aproxima
Trazendo pequenas grandes quantias
De enxurradas
De antigo pensamentos
e a paisagem muda...
Sim, volto a minhas origens
Porque quero saber quem eu era
E o que sou agora
Por isso volto,
Em um disco de vinil
Como um relógio antigo
De uma música sem fim
Serenatas em vão
Corte real, em belo horizonte
resplandece ce
rio, cristal
jóia impecável e inexistente
lembranças, visões
epifania
beleza
sinestesia
Busco Algo
O que há de se dizer
Quando parecer tudo saber ao que olha?
Tintas caem em uma tela
Gotas, pálidas, frias e distantes
Tendo tudo
Em um breve olhar
Entre as frestas de uma janela
Suavidade de uma pluma,
Como um cobertor envolvente
A água se aproxima
Trazendo pequenas grandes quantias
De enxurradas
De antigo pensamentos
e a paisagem muda...
Sim, volto a minhas origens
Porque quero saber quem eu era
E o que sou agora
Por isso volto,
Em um disco de vinil
Como um relógio antigo
De uma música sem fim
Serenatas em vão
Corte real, em belo horizonte
resplandece ce
rio, cristal
jóia impecável e inexistente
lembranças, visões
epifania
beleza
sinestesia
Busco Algo
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Castellani
Ah, adoráveis pequenas
Tais Pequenas armadilhas da vida
Essas que nos fazem cair
Nos maiores apuros
E nos dão as maiores dores da insônia.
São pensamentos,
Vagos e inconstantes
Como ponteiros que custam a andar
Porém quando mais se quer ver
Não está mais lá
O que dizia tanto procurar
Sendo então
Mais um,
Castello de Areia
Tais Pequenas armadilhas da vida
Essas que nos fazem cair
Nos maiores apuros
E nos dão as maiores dores da insônia.
São pensamentos,
Vagos e inconstantes
Como ponteiros que custam a andar
Porém quando mais se quer ver
Não está mais lá
O que dizia tanto procurar
Sendo então
Mais um,
Castello de Areia
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Reflexões
sábado, 30 de outubro de 2010
Fecho
Meus pés tocavam os degrais que levavam ao abismo da vida
Era só um paço em falso e eu cairia nesse abismo
Oras, o monstro surgiu em mim
E ele adorava aquele perigo
E se jogaria nele de cara assim que capaz
São nos mundos dos sonhos,
Onde tudo acontece
E a tudo se recorda
São dispertares disparates em que a noite que traga o dia
E o dia que bebe vinho
Eis sol vermelho
Tempos que não serão jamais esquecidos
E muita coisa a mais
Subliminarmente não
Sou são
Obviamente que não
Volte, e olhe ao seu redor
Antes que a música acabe
E todas as pétalas toquem o chão
O filme está acabando e as pessoas pararam de falar
Esqueça elas querido
Apenas se jogue nessa loucura
E fique até cair
E quando cair permita-se voar até que o chão se ajoelhe perante você
E então possa repousar
Nada de jóias ou diamantes
A ti deixo apenas palavras
E a minha mão
Que te puxará para aonde quiser ir
Venha comigo, conheça meu mundo
E se tiver medo, lembre que sou só eu
A música acabou
E agora só resta o Adeus
30/10/2010
Era só um paço em falso e eu cairia nesse abismo
Oras, o monstro surgiu em mim
E ele adorava aquele perigo
E se jogaria nele de cara assim que capaz
São nos mundos dos sonhos,
Onde tudo acontece
E a tudo se recorda
São dispertares disparates em que a noite que traga o dia
E o dia que bebe vinho
Eis sol vermelho
Tempos que não serão jamais esquecidos
E muita coisa a mais
Subliminarmente não
Sou são
Obviamente que não
Volte, e olhe ao seu redor
Antes que a música acabe
E todas as pétalas toquem o chão
O filme está acabando e as pessoas pararam de falar
Esqueça elas querido
Apenas se jogue nessa loucura
E fique até cair
E quando cair permita-se voar até que o chão se ajoelhe perante você
E então possa repousar
Nada de jóias ou diamantes
A ti deixo apenas palavras
E a minha mão
Que te puxará para aonde quiser ir
Venha comigo, conheça meu mundo
E se tiver medo, lembre que sou só eu
A música acabou
E agora só resta o Adeus
30/10/2010
sábado, 23 de outubro de 2010
Repetições repentinas
É, eu deveria ter
Arriscado mais
Persistido um pouco mais
Não ter dado as costas dessa vez
Poderia ter caminhado mais
Evoluído para algo a mais
Ter feito o que desejava fazer
Talvez pudesse ter conhecido
Metade das coisas que planejei
Talvez pudesse ter conhecido
Um terço das pessoas que planejei
Se não tivesse me traído
Me dado as costas mais uma vez
E dessa vez
Não vai haver
Nenhum acaso
Para a mim proteger
Arriscado mais
Persistido um pouco mais
Não ter dado as costas dessa vez
Poderia ter caminhado mais
Evoluído para algo a mais
Ter feito o que desejava fazer
Talvez pudesse ter conhecido
Metade das coisas que planejei
Talvez pudesse ter conhecido
Um terço das pessoas que planejei
Se não tivesse me traído
Me dado as costas mais uma vez
E dessa vez
Não vai haver
Nenhum acaso
Para a mim proteger
sábado, 2 de outubro de 2010
Parte do que se passa
![]() |
| Um em um milhão |
Sei que para conseguir chegar nos objetivos deve haver muita prática no decorrer do caminho só que eu não tenho feito os exercícios regularmente (Cleidson que o diga!), não sei... tenho andado impaciente ultimamente, muito impaciente, o que atrasou de forma geral minha vida. O problema a ser analisado nesse parágrafo talvez seja o motivo da minha impaciência, e na tentativa de lembrar dos últimos dias percebo que minha paciência era consumida quando meus amigos falavam alguma coisa radicalistas besta (caros amigos, não se ofendam com tal indagação, até porque posso estar terrivelmente errado) como por exemplo, se você vai a missa é uma ovelhinha do sistema ou tal pessoa é podre por dentro e um monte de blablabla sem nenhuma fundamentação teórica real, mas o que me deixa mais puto é que eu não posso contra argumentar porque eu também não tenho a merda de uma fundamentação teórica, e isso me mata! Caramba, porque eu não tenho esses conhecimentos? Não ensinam isso nas escolas!!! E também não concordo em ficar fazendo pesquisas suspeitas na Internet onde "um estudioso-famoso-não-identificado'' fala um monte de coisas suspeitas, não é a primeira vez que eu capturo conhecimento errado! Sabe, os meios de comunicação tem andado muito poluído, então como diabos eu, um burro, vou saber o que é certo ou errado? Vou ter que ficar supondo como todo mundo?? Caramba, queria um livro que me desse respostas!! Ou quem sabe um mestre...
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