E se a vida não te der perdão
Peça perdão a vida
segunda-feira, 25 de maio de 2015
domingo, 24 de maio de 2015
Condicional - O Amor
Olha pro céu meu amor
Vê que o sol apagou
Mas que o mundo girou
E sua vida não acabou
Olha pro seu coração
Caído em pedaços no chão
Carregue-o então
Com suas próprias mãos
E quem lhe dirá, quando acabar?
Só deus sabe do que somos capaz
De só delirar e errar
Mentir, cuspir, matar
Não se engane, com a lógica
Não se perca, com as drogas
Não aceite ser incapaz
Vivemos pelo jamais
Então
Se caso percas
Algum motivo
e lhe seja inconsolável.
ò, minha cara burra
então
por que subordinou sua liberdade?
Vê que o sol apagou
Mas que o mundo girou
E sua vida não acabou
Olha pro seu coração
Caído em pedaços no chão
Carregue-o então
Com suas próprias mãos
E quem lhe dirá, quando acabar?
Só deus sabe do que somos capaz
De só delirar e errar
Mentir, cuspir, matar
Não se engane, com a lógica
Não se perca, com as drogas
Não aceite ser incapaz
Vivemos pelo jamais
Então
Se caso percas
Algum motivo
e lhe seja inconsolável.
ò, minha cara burra
então
por que subordinou sua liberdade?
segunda-feira, 20 de abril de 2015
Mordomo
Senhor pega este copo e traz para mim
Pois deste conteúdo quero provar
Traz pra mim o que trouxe ao bar
Pois quero provar cada pedaço
Desta biblioteca sem fim
Senhor mordomo
Olha estes quadros
Quantas cenas foram vividas
Quantas vidas realizadas
Num brevíssimo ato
Que é o teatro da vida
Como pode Senhor mordomo
Como pode apenas ter essa brevíssima existência
Com esta adega sem fim
Que mal comecei a experimentar?
Da a mim, Senhor mordomo
Mais que um século
Pois quero provar
Cada pedaço
Desta minha existência alvorar
Ah! mordomia, esse jogo um dia ainda vai virar...
Em seu negro vestido
luz banhava,
A dama da lua
Seus olhos cansados
Refletiam-se nos que ainda estavam acordados
banhando-se no sereno da rua
E no horário sagrado
Os bêbados, decadentes
Poetas e melancólicos
Juntavam as mãos
Junto a marcha da lua
que agora desaparecia sobre o alvorecer de um novo dia
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