Art. 301. Qualquer do povo poderá e as autoridades policiais e seus agentes deverão prender quem quer que seja encontrado em flagrante delito.
Art.302. Todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais do que outros.
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Ah Amado, as histórias se repetem
Jovem é preso
Após a Cultura furtar
[Não fosse pouco a ousadia]
Fez-se falta à livraria
Três livros
e uma enciclopédia
Mas não se abale, seu João
Ele só queria estudar
Até mesmo um capitão
O mundo quer explorar
Mas Bahia meu velho...
O julgamento dos capitães da areia voltarão a enfrentar.
Após a Cultura furtar
[Não fosse pouco a ousadia]
Fez-se falta à livraria
Três livros
e uma enciclopédia
Mas não se abale, seu João
Ele só queria estudar
Até mesmo um capitão
O mundo quer explorar
Mas Bahia meu velho...
O julgamento dos capitães da areia voltarão a enfrentar.
A Bahia dos Capitães
Os lordes da praia irão voltar
De volta para as camas de suas amantes
Em seus ternos seios arfar
E os bem vestidos que cuidem das suas carteiras
Da ladeira da montanha
Descem os capitães em fileiras
Os velhos tempos irão voltar
Junto com ao vento vadiar
Com suas navalhas cortantes
Até mesmo os estivadores desafiar
E quando à noite estrelada
Avistar-se o mar
De cada grão
Surgirá seu lar
Os capitães irão voltar
De volta para as camas de suas amantes
Em seus ternos seios arfar
E os bem vestidos que cuidem das suas carteiras
Da ladeira da montanha
Descem os capitães em fileiras
Os velhos tempos irão voltar
Junto com ao vento vadiar
Com suas navalhas cortantes
Até mesmo os estivadores desafiar
E quando à noite estrelada
Avistar-se o mar
De cada grão
Surgirá seu lar
Os capitães irão voltar
domingo, 26 de janeiro de 2014
Ordo ab Chao I
“Não criamos este medicamento para os indianos, mas para os ocidentais que podem pagar por ele”
domingo, 5 de janeiro de 2014
Borboletas no aquário
Rabiscos perdidos
De um velho iludido
Talvez sem régua
Não seria tão risível
Se escrevesse a verdade
Encontraria sua criatividade
Mas em seu quarto falhara
Afundado na banalidade
Em sua janela, tão bela
Uma flor era esquecida
E o sol e a lua, seguiam-se em subidas
e descidas
Um peixe nadava em seu aquário
A muito não era alimentado
E embaixo um tapete velho e empoeirado
Começava a ficar embolorado
Seus cabelos encresparam
Caindo sobre os olhos
Mas a sós na madrugada
Esses já não choram
O fronte da velha maçã dourada
Descascava-se em outras cores
Até que por uma manhã muito engraçada
Simplesmente evaporou
De um velho iludido
Talvez sem régua
Não seria tão risível
Se escrevesse a verdade
Encontraria sua criatividade
Mas em seu quarto falhara
Afundado na banalidade
Em sua janela, tão bela
Uma flor era esquecida
E o sol e a lua, seguiam-se em subidas
e descidas
Um peixe nadava em seu aquário
A muito não era alimentado
E embaixo um tapete velho e empoeirado
Começava a ficar embolorado
Seus cabelos encresparam
Caindo sobre os olhos
Mas a sós na madrugada
Esses já não choram
O fronte da velha maçã dourada
Descascava-se em outras cores
Até que por uma manhã muito engraçada
Simplesmente evaporou
Amor de Verão
Parta meu coração,
mas encontre um novo verão
Afaste-se e há de viver
Pois nesse lugar, alguém já morreu
mas encontre um novo verão
Afaste-se e há de viver
Pois nesse lugar, alguém já morreu
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