09/11/09
domingo, 9 de janeiro de 2011
Uma estrela no ribeirão
09/11/09
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Repito
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Acordem!
Somos Quem Podemos Ser

Engenheiros do Hawaii
Um dia me disseram
Que as nuvens não eram de algodão
Um dia me disseram
Que os ventos às vezes erram a direção
E tudo ficou tão claro
Um intervalo na escuridão
Uma estrela de brilho raro
Um disparo para um coração
A vida imita o vídeo
Garotos inventam um novo inglês
Vivendo num país sedento
Um momento de embriaguez
Somos quem podemos ser
Sonhos que podemos ter
Um dia me disseram
Quem eram os donos da situação
Sem querer eles me deram
As chaves que abrem essa prisão
E tudo ficou tão claro
O que era raro ficou comum
Como um dia depois do outro
Como um dia, um dia comum
A vida imita o vídeo
Garotos inventam um novo inglês
Vivendo num país sedento
Um momento de embriaguez
Somos quem podemos ser
Sonhos que podemos ter
Um dia me disseram
Que as nuvens não eram de algodão
Sem querer eles me deram
As chaves que abrem essa prisão
Quem ocupa o trono tem culpa
Quem oculta o crime também
Quem duvida da vida tem culpa
Quem evita a dúvida também tem
Somos quem podemos ser
Sonhos que podemos ter
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Auto-superar
Mas no fim das contas, as listas sempre estiveram prontas na minha cabeça, pois apesar de não confiar em mim, eu ainda acredito em minha pessoa. Talvez não tenha sentido para você, mas para mim tem absoluto. Nunca parei de lutar, apenas deisti de algumas batalhas, que em breve retomarei. Não é uma lista, mas é o meu sonho.
Memory

Uma velha amiga que nunca conheci
Recordações de uma vida-não-minha
Sim
Um universo que nunca vi
Mas que sempre esteve ali
Como um velho companheiro
Companheiro muito mais jovem que eu
Sempre a espreita
Me recordando como era essa vida
Como os dias se erguiam na terra
E o sol, mais belo do que nunca
Desbravava os montes
Sim
Um sonho
Mais um sonho que nunca vivi
Por erros no percurso eterno do destino
Meus erros
My fate
Equilibrium

Oh céus!
Oh vida!
Tragai-me neste imenso abraço
Que é a tua imensidão
Para que retorne, novamente
Aos meus eixos
Mar!
Oh Bravura!
Incentiva-me
Não deixai-me dar as costas a mim mesmo,
Novamente
Não deixes que eu perca a esperança!
Terra!
Oh fraterna!
Por favor receba-me
Sempre que eu estiver a procura de um lar
E lembre-me sempre
Que quando precisar me equilibrar
Você sempre estará logo abaixo
Novamente, me amparando
Dias
Não-dias
Ciclos, começos,
Comoções
Recomeços
Um fim a cada vírgula, um começo a cada ''e''
Eis a esperança
Depositada em um alfabeto
Sobre minha expressão
Eis o que são minhas memórias
Para que nunca esqueça
Que não importa o quanto tudo seja estranho
O cenário é sempre o mesmo