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segunda-feira, 20 de julho de 2015

Se meu coração se parte quando não te vejo
E me arrependo quando já me escapa pelos dedos

Lembro-me que estou indo embora
E o tempo que tínhamos
Encerrou-se junto aoss meus medos

Seu abraço, seu cheiro
Por eles jamais serei encontrado

Por isso a versos mortos recorro
Nos quais os poetas só fazem suspirar

sábado, 18 de julho de 2015

Pelo telefone

Versos se repetem
Enquanto não souber o que lhe falar
Pelo telefone

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Se o mundo fosse o inverso
Sentiria saudade de mim?


Escolhas por acaso

Alguns dias decido pelos meus sentimentos
E outros pela dita racionalidade

Mas na maior parte das vezes
Vence o meu cansaço

Casa

As vezes me parecia felicidade
Outras vezes era só solidão
E das quantas vezes que achei-me irritado
Apenas afundava em meus sarcasmos


segunda-feira, 22 de junho de 2015

Centeio, ó trigo
que cresces em cada por do sol
cresces por toda parte
agora que já é tarde

raios de sol esquentaram a minha face
por momentos em que não estava só

Mas  sol começara a se por
em seus cabelos a se enrolar
meu frio atingia sua vida
que o quanto antes começara a drenar

A solidão é a verdade
a beleza
liberdade

o trigo nasce por todas as partes
corvos a voar
voar
voar

segunda-feira, 25 de maio de 2015

E se a vida não te der perdão
Peça perdão a vida