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sábado, 24 de janeiro de 2015

Frau

Você sente medo
mas agora está aí, pode ver?

Por quê esconder o que sente?
Dor, raiva, apreensão?
Fingir não torna-os menos reais

Por uma noite de insônia
Convido vocês, em um quarto escuro
Por um momento de silêncio
Liberdade e Sinceridade

Então veja como se tornas belo
E como se faz real



terça-feira, 9 de dezembro de 2014

A dor que nunca senti
Agora vejo em seus olhos

Estaria eu a parte do mundo?
Não sabia como lidar

Qual apoio poderia dar?

Mas com os restos da humanidade que tive um dia
Lhe dou um afago e um abraço

Junto com o desejo de que algum dia
O conforto lhe seja algum lugar

Mas os mortos nunca irão voltar

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

As lágrimas estão secas,
A luta é verdadeira

Ressentimentos

As palavras sempre saem ásperas
Agora que tudo que fazemos parece machucar

As flores de nosso outono
Já começaram a secar

Não há mais simplicidade
Em meio à nossas intrigas
Na eterna busca por atenção
A qual nenhum de nós podemos dar

Os anos estão gastos,
Os sapatos apertados

Nossas memórias foram esquecidas
Guardadas no sotão de uma casa vazia

São os dias atuais
Em que no âmago da solidão
Agora posso me libertar

sábado, 8 de novembro de 2014

Antes de enlouquecer
Antes de me cegar
Já não vale me entristecer
Ó prenda

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Antes de entristecer
Antes de me culpar
gosto de você branquinha

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Ainda resta um pouco de Caio, ou encerramos por aqui?