Havia o mar
E aqueles que queriam velejar
Mas só as tormentas eram enxergadas
Daqueles que viriam por se afogar
Ao começo de um novo dia
Mas se isso importa
Tampouco cabe a dizer
Somente que o mar
Não verá um dia a nascer
domingo, 1 de fevereiro de 2015
sábado, 24 de janeiro de 2015
Frau
Você sente medo
mas agora está aí, pode ver?
Por quê esconder o que sente?
Dor, raiva, apreensão?
Fingir não torna-os menos reais
Por uma noite de insônia
Convido vocês, em um quarto escuro
Por um momento de silêncio
Liberdade e Sinceridade
Então veja como se tornas belo
E como se faz real
mas agora está aí, pode ver?
Por quê esconder o que sente?
Dor, raiva, apreensão?
Fingir não torna-os menos reais
Por uma noite de insônia
Convido vocês, em um quarto escuro
Por um momento de silêncio
Liberdade e Sinceridade
Então veja como se tornas belo
E como se faz real
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
Ressentimentos
As palavras sempre saem ásperas
Agora que tudo que fazemos parece machucar
As flores de nosso outono
Já começaram a secar
Não há mais simplicidade
Em meio à nossas intrigas
Na eterna busca por atenção
A qual nenhum de nós podemos dar
Os anos estão gastos,
Os sapatos apertados
Nossas memórias foram esquecidas
Guardadas no sotão de uma casa vazia
São os dias atuais
Em que no âmago da solidão
Agora posso me libertar
Agora que tudo que fazemos parece machucar
As flores de nosso outono
Já começaram a secar
Não há mais simplicidade
Em meio à nossas intrigas
Na eterna busca por atenção
A qual nenhum de nós podemos dar
Os anos estão gastos,
Os sapatos apertados
Nossas memórias foram esquecidas
Guardadas no sotão de uma casa vazia
São os dias atuais
Em que no âmago da solidão
Agora posso me libertar
sábado, 8 de novembro de 2014
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