...desse solo és mãe gentil
pátria amada Brasil...
domingo, 12 de maio de 2013
domingo, 5 de maio de 2013
Dadaindie
As velhas gavetas
são sempre guardadas
esperando um dia
serem abertas
por alguem
à procura de um lápìs perdido
ou quem sabe
algumas velhas lembranças
intocadas em antigas certezas
e quiçá incertezas?
mas elas sempre os morderão...
são sempre guardadas
esperando um dia
serem abertas
por alguem
à procura de um lápìs perdido
ou quem sabe
algumas velhas lembranças
intocadas em antigas certezas
e quiçá incertezas?
mas elas sempre os morderão...
Velhas pessoas
Se a pele já não é como antes
e os seus olhos já não se veem mais no espelho
junto com todos seus fios de cabelos
perdidos rente a pequenos desesperos
escorridos em ralos de banheiros
é por que as mentiras contadas,
assim como tudo na vida,
já não são como eram antigamente
e os seus olhos já não se veem mais no espelho
junto com todos seus fios de cabelos
perdidos rente a pequenos desesperos
escorridos em ralos de banheiros
é por que as mentiras contadas,
assim como tudo na vida,
já não são como eram antigamente
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Amor Brazil (Pátria que Me Pariu 3)
amor brazil, putil
me pariu
numa fossa
a vista duma bossa nova
viva a bosta nova!
me pariu
numa fossa
a vista duma bossa nova
viva a bosta nova!
Marcadores:
Pátria que me pariu
domingo, 21 de abril de 2013
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Oriente Eterno
o sol é que vem mais forte
a cada dia nos lembrar
que todo começo se inicia
em cima de um breve final
a cada dia nos lembrar
que todo começo se inicia
em cima de um breve final
Além do mesmo
Bem no alto
junto aos meus sonhos
sonhados numa canção de ninar
lá onde os pássaros azuis sempre voam
se meus sonhos tornaram-se reais
tão longe que ninguem se lembrará
do grizalho menino
que embreve partirá
em uma estrela que percorre os seus olhos
sempre a cavalgar
será que foges desse mundo
por alguns doces
em vez de viver todos nossos problemas pra trás?
tão distante a doer nossos ossos
da velhice prematura
ao ver o pouco que percorremos
e o tanto que deixaremos para trás
mas as lagrimas que correm pelo o seu rosto
dançam embaixo do seu cego olhar
só pra ver chegar
a morte de um novo final
junto aos meus sonhos
sonhados numa canção de ninar
lá onde os pássaros azuis sempre voam
se meus sonhos tornaram-se reais
tão longe que ninguem se lembrará
do grizalho menino
que embreve partirá
em uma estrela que percorre os seus olhos
sempre a cavalgar
será que foges desse mundo
por alguns doces
em vez de viver todos nossos problemas pra trás?
tão distante a doer nossos ossos
da velhice prematura
ao ver o pouco que percorremos
e o tanto que deixaremos para trás
mas as lagrimas que correm pelo o seu rosto
dançam embaixo do seu cego olhar
só pra ver chegar
a morte de um novo final
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