Não nasci torto
Fui entortado
Como o pouco trocado
Que me deram de vintém
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Velho Samba
Menina bonita
Menina bonita
sua vida é uma tal de aquarela
Quem sabe se passa
quem sabe se é hoje
que ela me olha da sua janela lelelê
Menina bonita
o que é que te faço para me falar
Quem sabe eu me jogo
Quem sabe eu me jogo, nesse meio
pintado de azul e amarelo
pra gente dar muitas risadas
de onde a vida não nos olhe
e que sabiá mais um sorriso
que nos olhos seja um pouco mais.....
do que aquele um velho abraço
juntinhos e colados
ao som do mar e luz
ouvindo a boa prosa
nessa nossa
rodinha de samba
Menina bonita
sua vida é uma tal de aquarela
Quem sabe se passa
quem sabe se é hoje
que ela me olha da sua janela lelelê
Menina bonita
o que é que te faço para me falar
Quem sabe eu me jogo
Quem sabe eu me jogo, nesse meio
pintado de azul e amarelo
pra gente dar muitas risadas
de onde a vida não nos olhe
e que sabiá mais um sorriso
que nos olhos seja um pouco mais.....
do que aquele um velho abraço
juntinhos e colados
ao som do mar e luz
ouvindo a boa prosa
nessa nossa
rodinha de samba
domingo, 24 de junho de 2012
Branco e Cinza
Saudades
Essas flores que me matam
Dias e dias
Sem ver o sol se por
As flores se abrirem
A vida nascer num suspiro
Saudade
O que fazer?
Se por ti devo fazer
Faço-o então
Mil e uma vezes, pois não.
E quando todos os sóis tiverem se apagado
E a primaveira tiver dado as suas últimas flores
A verei de novo
E toda a vida voltará
A esse cenário
Negro e Cinza
A meses atrás
Essas flores que me matam
Dias e dias
Sem ver o sol se por
As flores se abrirem
A vida nascer num suspiro
Saudade
O que fazer?
Se por ti devo fazer
Faço-o então
Mil e uma vezes, pois não.
E quando todos os sóis tiverem se apagado
E a primaveira tiver dado as suas últimas flores
A verei de novo
E toda a vida voltará
A esse cenário
Negro e Cinza
A meses atrás
Campos
Pensei, por muito pensei
Tentei com cada Sabor, cada Cor
Cargas, Diipolos e Materiais
Mas nada, absolutamente nada
Me satisfaz
Uma pergunta faz outra
E a outra comprova que nada tem resposta
Mas mesmo assim
Um Rosto
Um olhar
Um sonho
Faz tudo ser
como o que sentimos quando vemos o amanhecer
Sonhos não tem respostas
Apenas são, assim como tudo o que se faz belo
Tentei com cada Sabor, cada Cor
Cargas, Diipolos e Materiais
Mas nada, absolutamente nada
Me satisfaz
Uma pergunta faz outra
E a outra comprova que nada tem resposta
Mas mesmo assim
Um Rosto
Um olhar
Um sonho
Faz tudo ser
como o que sentimos quando vemos o amanhecer
Sonhos não tem respostas
Apenas são, assim como tudo o que se faz belo
Madrugada
Escura
é
Frio
E tudo azul
Olhos pesam, pensam
Lembram do que deveriam fazer
No sol, o calor das cores
Uma saudade aperta
falsa e mizerável
E um botão de violeta
Se engraça
cresce em seus cabelos
Ingrato,
se enrola com miocárdio
Ah céus, infarto
Mas volto pro azul
Quieto e cinza
Com a bruma passando pelos meus pés
é a madrugada que vem me buscar
e lá me leva como onda
"a segunda estrela à direita
e então direto,
até amanhecer"
onde os alarmes da manhã
não podem mais nos apagar
é
Frio
E tudo azul
Olhos pesam, pensam
Lembram do que deveriam fazer
No sol, o calor das cores
Uma saudade aperta
falsa e mizerável
E um botão de violeta
Se engraça
cresce em seus cabelos
Ingrato,
se enrola com miocárdio
Ah céus, infarto
Mas volto pro azul
Quieto e cinza
Com a bruma passando pelos meus pés
é a madrugada que vem me buscar
e lá me leva como onda
"a segunda estrela à direita
e então direto,
até amanhecer"
onde os alarmes da manhã
não podem mais nos apagar
terça-feira, 19 de junho de 2012
Prosopon [Edição bugada]
Verdes, verde
suave brumaria
Seja então saudade
do olhar nos seus olhos
E ser real
Como como esses raios de sol tão primários
formigando luz no horizonte
Sem mais nem porque...
Tento acordar, em seus braços,
Ainda preso na minha cela [mas
Dos tantos Eus que ficaram
lá embaixo da sua cama
Você que sempre me dizia
"a sombra está repleta de criaturas
e você ficou preso,
no mundo das penumbras!"
Um trabalho, que ofício?
Personalidades
E como início de todo princípio
o estouro da partida
Como um Adeus de despedida
um breve olhar de momento
O seco
Movimento o seu
sorriso
E já vira um olá
a poesia que se faz
integralmente nos inicia
O universo é um infinito
amorfo
Como um cubo que vive
nas suas eternas sequencias sequências
suave brumaria
Seja então saudade
do olhar nos seus olhos
E ser real
Como como esses raios de sol tão primários
formigando luz no horizonte
Sem mais nem porque...
Tento acordar, em seus braços,
Ainda preso na minha cela [mas
Dos tantos Eus que ficaram
lá embaixo da sua cama
Você que sempre me dizia
"a sombra está repleta de criaturas
e você ficou preso,
no mundo das penumbras!"
Um trabalho, que ofício?
Personalidades
E como início de todo princípio
o estouro da partida
Como um Adeus de despedida
um breve olhar de momento
O seco
Movimento o seu
sorriso
E já vira um olá
a poesia que se faz
integralmente nos inicia
O universo é um infinito
amorfo
Como um cubo que vive
nas suas eternas sequencias sequências
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