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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

1# Pátria que me pariu!

Pelo menos


4 soldados, um francês, um americano e um brasileiro estavam no meio da guerra. Ao vê-la perdida o francês como último ato grita:
- Pour la liberté!
Para não ficar para trás, o americano o segue urrando:
- For country!!!!
Já o brasileiro, que é bom malandro, quando deu por si viu seus companheiros a muito longe em pleno urro , praguejando e sem ter o que gritar improvisou:
- Ah, foda-se essa merda.
- Pelo menoooos!!!!!!!!!!

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Otário

Verdadeiro,
Só aquele que consegue trazer timidez mesmo entre seus iguais

Se supera em desjeito

E prefere agir em delírios perto de algo realmente importante
Em vez de vivê-lo verdadeiro tal qual mente

Só um...
Só mais um mesmo.

As vezes, um clichê

Pra quê escrever prosas
Quando se tem licença poética?

Preguiça, a Viva!

domingo, 22 de janeiro de 2012

Tal como nuvem

Algumas coisas vivem apenas em memórias
E o que não estão nelas simplesmente não são lembradas
Tal como o presente
quando sempre que se pensa já é passado
Tal qual futuro
que é apenas imaginado...

"Quem controla o passado, controla o futuro; quem controla o presente, controla o passado... quem controla o passado, controla o futuro. Quem controla o presente agora?! Agora testemunhe, esta logo atras da porta"

verdade está no que se vê

Se eu provasse um pouco da minha própria insanidade
A própria não faria sentido
Então como se realizar em tal ato
sem poder se pensar?

Ser o seu não ser sempre é explorado

Mas quando o real deixará de ser
Um en cai xotado?

Do criador a criatura

No começo
Cria e atura
Perde as esperanças
E se sortudo insiste só por só

O início é o mais bizarro
nesse ver-se meu
Nunca dará em si
Como tal futuro Grandioso

Aos olhos dos que vão se ver em busca
Sem talentos, sem nada
Não hão-de ser visto no começo
A não ser na propria vergonha alheia
Escorrendo, por cobra, a sua mente

Pois o sucesso faz-se como deus
Surgindo inspontâneo
Tal qual fogo
Que arde-se sem se ver

Sem saber

Algumas coisas recusão sentido, apenas existem
E por mais que se pense sobre a sua verdade
Nada vem-se a dizer

Sinto tanta falta
De algo que não sei

E faço o que odeio
Por não sei mais o que

Não sou obrigado
Nem escravo
Mas vivo travando minhas vontades
Ditando regras que me limitam
Sem fim ou verdade.

A vida é feita de limites?
Você vai do começo ao fim?

Então,
Por que não te vejo e
o que determina
Vento do litoral?

"Eu canto em português errado
Acho que o imperfeito não participa do passado"

Legião Urbana